среда, 4 февраля 2015 г.

2GM: refresquemos a memoria

De vez em quando todos oimos falar as coisas tipo:


Que diabo é que celebramos a Vitória na Segunda Guerra Mundial em Moscou?


Os alunos americanos já sabem que na Segunda Guerra os EUA guerrearam contra a Alemanhã Nazista e contra a URSS comunista, só acabaram com os nazistas em 1945 e com os comunistas em 1991.

Meu Deus! Os EUA acabam com os tiranos cada ano! Por que falamos tanto da 2GM. Basta!


Estas bobagens podem ser indiscutíveis nos EUA, mas hoje elas também viram uma norma entre as elites periféricas da Europa (países como Polônia, cujos cidadãos não se consideram da "primeira classe", onde as elites preparam seus povos para a missão da bucha de canhões). Refresquemos a memoria, por favor.

Ocidente é culpado na tragédia

Em 1936 o Japão e a Alemanha assinam o Pacto Anti-Komintern, dirigido contra a URSS. O Japão e a Alemanha consideram a URSS o alvo principal de sua expansão neocolonial. Londres e Paris fazem a vista grossa sobre a militarização da Alemanha (violando o Tratado de Versalhes de 1919).

Claro, que a URSS alerta intenta criar um sistema de segurança na Europa. Dois de Maio de 1935 a URSS assina o Tratado de Amizade, Cooperação e Ajuda Mútua com a França e a Checoslováquia (os objetos potenciais da agressão germânica).

Desde o abril de 1935 até 1938 a URSS oferece à Inglaterra e a França combinar um Tratado Trilateral, mas não recebe nenhuma resposta concreta até quando ambos os países ocidentais façam um tratado ...com Hitler (Acordo de Munique). "Obsequiamos a Hitler a Europa de Leste para que nos deixe em paz".

Londres e Paris observam com calma a intervenção da Alemanha na guerra civil da Espanha, a introdução das tropas alemãs na zona desmilitarizada da Renânia, o Anschluss da Áustria.


O dia 30 de setembro de 1938 é uma das páginas mais vergonhosas na história do Ocidente: foi assinado o Acordo de Munique (na historiografia russa "Conspiração de Munique"). Londres e Paris bendizeram Hitler para anexar os Sudetos da Checoslováquia.


Em 1939, já bendito pelas potencias mais fortes da Europa, Hitler decide destruir o estado da Checoslováquia. A França não reage, embora ela tenha as obrigações de aliado ante a Checoslováquia [1]!

Em agosto de 1939, Moscou outra vez intenta assinar um Acordo Trilateral com a França e Inglaterra, mas Paris e Londres não querem tomar nenhuma responsabilidade [2].

Obviamente os grupos governantes do Ocidente não viram nada ruim na agressão da Alemanha Nazista contra a URSS.

Como disse Churchil: "O Munique e muitas outras coisas convenceram o governo soviético que nem Inglaterra, nem França não iriam combater, até quando não fossem atacados, e até neste caso elas seriam inúteis".

A URSS ganha tempo, vai resistir sozinha

Em 23 de agosto de 1939 a URSS, o último de todos, assinou com a Alemanha Nazista o Pacto de Não Agressão [3]. O pacto Mólotov-Ribbentrop foi assinado nas condições da agressão da Japão (no auge dos combates no rio Khalkhin Gol) [4]. O objetivo do pacto é ganhar o tempo e se preparar por conta do inimigo.

Jan HrubýJúlia Almeida
Sublinhemos outra vez: a URSS não foi primeiro que assinou um pacto com a Alemanha:

Em 1935 a Polônia assinou o Pacto Beck-Ribbentrop;

Em 1935 a Inglaterra assinou o Pacto Hoare-Ribbentrop;

Em 1938 a França assinou o Pacto Bonnet-Ribbentrop. Este pacto foi dramático para os pequenos países da Europa Continental: se a França tem medo de Hitler, naturalmente a Hungria e a Romênia começam a se reorientar para Berlim;

Em 1938 a Dinamarca;

Em 1939 a Letônia e a Estônia assinaram os Acordos da Paz e Amizade com a Alemanha Nazista;

Em 1939 a URSS, o último de todos, assinou o Pacto Mólotov-Ribbentrop.

A histeria ao redor dos protocolos secretos do Pacto Mólotov-Ribbentrop (sobre o delineamento banal das esferas de influência) útimamente virou um pretexto para demonizar a URSS como um país agressor igual à Alemanha e Japão. Então, se a Rússia é sucessora da URSS, ela também deve pagar as indemnizações à Letônia, Lituânia, Estônia, Polônia, etc. Seria oportuno, se a Rússia fosse marginalizada e expulsada da ONU, - deduzem os "intelectuais"manipuladores.

O caso da Polônia

A URSS em certo sentido decidiu os destinos da Polônia e os Países Bálticos (para mudar a frente de suas fronteiras o máximo possível). Mas antes a Inglaterra e a França decidiram o destino da Checoslováquia em 1938! [5].

Contudo o Pacto Mólotov-Ribbentrop não pressionou o gatilho da guerra. A Diretiva de Hitler sobre a agressão contra a Polônia Fall Weiss ("Caso Branco") aparece já em três de abril de 1939 - antes do Pacto Mólotov-Ribbentrop.

Quando as tropas da URSS entraram na Bielorrússia Ocidental e na Ucrânia Ocidental a Polônia como tal já deixou de existir, seu governo fugiu do país! Não se pode falar da nenhuma "punhalada nas costas".

Também a desavergonhada elite da Polônia deve lembrar, que a Polônia em princípio não poderia se opor à Alemanha (até a França não pôde fazê-lo), a Polônia igualmente seria ocupada! A questão foi se Hitler obteve só uma parte da Polônia ou todo o país.

Além disso, o Pacto Mólotov-Ribbentrop não interferia à Inglaterra e França ajudar à Polônia, que tinha com eles os acordos respectivos. A Polônia atual, vassala dos EUA deve dirigir suas reclamações para a Inglaterra e França.

Às vezes dizem que a URSS deveria ajudar à Polônia e a França. Mas a Inglaterra e a França mesmas evadiram as assinaturas do respectivo acordo com a URSS. A Polônia "vitimada" diretamente excluiu qualquer cooperação com a URSS. Não vamos lembrar que para 1938 a Inglaterra, a França, a Polônia já assinaram os pactos de não agressão com Hitler. A Alemanha denunciou seu pacto com a Polônia quatro meses antes da ataque: os aliados tinham bastante tempo para ajudar à Polônia.

Resumindo há de reconhecer que a Inglaterra e França para o prazer de Hitler sacrificaram não só a Checoslováquia, mas a Polônia também. A França sonhava em dirigir a Hitler contra a URSS. Quanto à Inglaterra, ela também não estava contra a ocupação germânica da França. Como resultado de tal política dos maiores países europeus a Rússia ficou sozinha contra toda a Europa continental, reunida por um país, igual à situação de 1812.

Início da guerra

Em 17 de setembro de 1939 na situação da agressão da Alemanha contra a Polônia, quando o estado polaco quebrou, o Exército Vermelho entrou nos territórios da Ucrânia Ocidental e Bielorrússia Ocidental (terras russas ocupadas pela Polônia no resultado da guerra entre a Polônia e a URSS em 1920-1921).

A Inglaterra e França declaram guerra à Alemanha, mas não tomam nenhuma medida, esperando que a Alemanha continue seu vector oriental.

A URSS se prepara para resistir sozinha. Para mudar a linha da frente de Leningrado a URSS oferece à Finlândia uma troca de terras. A Finlândia recusa e no resultado da Guerra de Inverno em 1939-1940 a Finlândia satisfaz todas as pretensões da URSS.

Em 1940 a URSS se reintegrou com os bálticos (Lituânia, Letônia, Estónia). Os exércitos destes três estados juntos tinham 420 mil soldados, todos eles vão guerrear pela URSS. Se não fosse feito o "delineamento banal das esferas de influência", estes soldados guerreariam contra.

Notas

1. A URSS conforme ao Tratado de Amizade, Cooperação e Ajuda Mútua, assinado com a França e a Checoslováquia em 1935, deveria atuar só depois da reação da França.

2. A Checoslováquia antecipando a agressao da Alemanha enviou aproximadamente 80 toneladas de seu ouro para a Inglaterra, mas em marzo de 1939 depois de ter ocupado por compelto a Checoslováquia Hitler pediu que este ouro fosse devolto. O chefe do Banco da Inglaterra Montagu Norman e ministro de finansas John Simon fizeram o que pediu Hitler.

3. Depois de que a Inglaterra e a França em 1935-1938 ignoraram os intentos soviéticos de criar um sistema de seguridade na Europa.

4. O Japão declarou um protesta à Alemanha, interpretando o Pacto com a URSS como uma traição. O resultado foi o cambio da direção de expansão nipónica - para o Sul e não contra a URSS. Assim, graças ao Pacto Mólotov-Ribbentrop a URSS liquidou a segunda frente da guerra contra a Rússia.

5. No protocolo segredo do Acordo Halifax-Rachinski de 1939 entre a Inglaterra e a Polônia foi escrito, quando a Inglaterra e a Polônia podem atacar o terceiro país (Alemanha ou "outro país"). Neste protocolo mesmo a Inglaterra de fato obsequiou à Polônia o porto de Danzig (em polonês Gdańsk), cujo direto extraterritorial foi colocado sob a proteção da Liga das Nações. Há milhões de exemplos da intervenção das potências nos assuntos dos terceiros países.

Baseado no manual do historiador russo Vladislav Tsigankov

Edição de Eduardo Consolo dos Santos

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