среда, 24 февраля 2016 г.

os povos deportados unem os liberais, neo-nazistas e euro-comunistas

Um dos mitos negros antisoviéticos e como consequência anti russos é o mito da injusta Deportação de Povos na URSS. De grosso modo, segundo este mito, certos povos do Cáucaso (entre eles tchetchenos, ingushi), da Crimeia (tártaros) e das repúblicas bálticas foram deportados nas condições da Segunda Guerra Mundial por causa de sua "rebelião" contra o "regime totalitário de Stalin".

Celebrando os dias respectivos da deportação, os líderes das repúblicas étnicas costumam amaldiçoar o grupo governante da URSS no seu período heroico. Foram erguidos muitos monumentos que mostram a tragédia da "deportação injusta". Estes monumentos são uma base ideológica perfeita para causar, num futuro, o separatismo ou um purgatório étnico dos russos, porque os russos são "estalinistas inatos, sem dúvida". "Acaso não é uma bomba atômica baixo o predio da Rússia"?

O mito da injusta deportação é super popular tanto entre os liberais, como entre os neonazistas e euro-comunistas. A lógica deste mito é bastante primitiva:

1) Stalin igual aos piores czares, era um déspota e não podia passar nem um dia sem repressões, especialmente, durante a guerra. Stalin reprimia todos os povos da URSS, por isso são justificados qualquer ato de insurreição contra o "regime", deserção durante a guerra, colaboração de todos os níveis e o banditismo. Não importa as consequencias! A URSS de Stalin não deveria existir!

De tal jeito para os neonazistas todos os colaboradores ucranianos/russos/letonos/tchetchenos/tártaros, etc. do Terceiro Reich são heróis nacionais-socialistas. Para os liberais e euro-comunistas são heróis, que lutavam por sua "liberdade", contra o império (igual aos armênios na Turquia Otomana durante a Primeira Guerra Mundial).

2) Apesar de que o número das pessoas que participaram na "luta contra o regime" fosse "irrelevante", afirmam estes contistas, o "regime" aplicou o principio da "responsabilidade coletiva". Os povos foram deportados completamente... O direito moderno não pode aceitar este principio do direito tradicional. A responsabilidade deve ser somente individual!

Acreditamos que a construção deste mito como tal não aguenta crítica nenhuma. Mas vamos apresentar a opinião contraria:

1) É permissível a comparação do regime de Stalin com as monarquias estatistas do Ivã, o Severo, ou Pedro, o Grande. Ao mesmo tempo as repressões não foram arbitrárias e absurdas, tiveram sua lógica da conservação do estado nos interesses da maioria dos povos da Rússia/URSS. Além disso não se tratava de uma luta nacional libertadora das etnias sublevadas, senão deserção, banditismo e colaboração em massa com o inimigo.

2) A deserção, banditismo e colaboração com os nazistas entre os tchetchenos, tártaros da Crimeia, etc. eram EM MASSA (mas de 60% dos soldados tchetchenos, por exemplo), - afirmam os historiadores não tendenciosos. Se o "regime" de Stalin aplicasse o principio da responsabilidade individual, o governo deveria executar a maior parte dos homens das éntias em questão, o que seria um verdadeiro genocídio. Por isso a deportação dos povos completos, aplicação do principio da responsabilidade coletiva, foi a melhor solução, foi um jeito de salvar estes povos. Os povos deportados seguíam crescendo, os filhos desses povos não sofreram discriminação nenhuma no acesso à educação nem na ascensão social.

Por que os thetchenos ou tártaros da Crimeia desertaram em massa, preferindo a pilantragem e colaboração com os nazistas? Ninguém fala de sua "inferioridade étnica"! Simplesmente a tradição destes povos era pirata, havia ressentimento pelo choque da coletivização e a modernização soviética ainda não conseguiu liquidar nem essas tradições piratas nem esse ressentimentos até o inicio da Segunda Guerra Mundial.

P.S.

Não nos esqueçamos que o "melhor país do mundo", os EUA, também aplicaram, nas condições da Segunda Guerra Mundial, o principio da responsabilidade coletiva. Todos os japoneses étnicos, cuidadões dos EUA, foram internados nos campos de concentração devido a Pearl Harbor - eles não eram bandidos, nem colaboraram em massa com o Japão! Também os ingleses e os estadunidenses bombardearam Dresden e outras cidades da Alemanhã sem muito sentido prático, o que foi simplesmente uma missão punitiva contra o povo alemão (os anglo-saxões mataram 25-135 mil homens, mulheres e crianças lá). Os EUA atiraram 2 bombas atômicas contra o Japão simplesmente para aterrorizar o governo da URSS. Por acaso todos os 140 mil japoneses assassinados pelos EUA eram soldados do Japão? É o mesmo principio da responsabilidade coletiva.

Por que os presidentes do Japão ou da Alemanhã não amaldiçoam aos líderes dos EUA e da Inglaterra do período da guerra por seus crimes reais?

Por que os líderes dos tchetchenos, etc. na Rússia fazem isso pelos crimes inventados?

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