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пятница, 8 мая 2015 г.

Sobre a profanação da 2GM

Não é de se surpreender que o Ocidente menospreze o protagonismo da Rússia (a URSS) na Segunda Guerra Mundial. No resultado desta campanha vergonhosa a maioria dos cidadãos do Ocidente e de sua órbita “cultural” acham que a Segunda Guerra Mundial foi iniciada pelos monstros totalitários: a URSS e a Alemanha Nazista em 1939 - com a partição da Polônia, e que a guerra foi finalizada pela vitória dos EUA com o desembarque na Lua. É triste, porque nos primeiros anos após a guerra, a contribuição fundamental da Rússia era indiscutível, mas também o monopólio atual de Hollywood sobre a vitória é lógico: porque a Rússia ficou fraca e não conseguiu se defender adequadamente no campo informativo-memorial. 

Seja como for, o quadro fantástico pintado pela propaganda dos EUA se destrói com uma só pergunta: por que os "heroicos" aliados da URSS abriram a segunda frente apenas no final da guerra - em 1944?

A Campanha Norte-Africana de 1940-1943 e aInvasão Aliada da Itália em 1943 não podem ser um argumento sério, porque sua escala é incomparável com a situação na frente russa. É pouco provável que haja fanáticos que vão refutar este fato, mas temos que aceitar que quanto mais degradação intelectual vivermos, mais provável será a distorção destes enredos. Por ora uma das formas mais "populares" da profanação da vitória é o lend lease

A ajuda dos aliados no marco do lend lease se estendia de 4 a 10% das possibilidades da URSS. Deixamos passar em branco o fato de que os aliados não cumprissem com suas promessas sobre os volumes de fornecimento de armas, que seus armamentos em muitos casos já não eram atuais tecnicamente. “Já para a primaveira de 1943 as Forças Armadas dos EUA superaram os nossos 8,5 mlhões soldados, - escreve o historiador russo Boris Iúlin, - eles tem uma fortíssima indústria militar. E isso, só nos meados da guerra. A Inglaterra (sem contar as colônias e domínios) tem 4,8 milhões. Junto com a URSS a coalizão anti Hitler tem o dobro superioridade sobre o inimigo em terra e quatro vezes no mar e no ar. O que os atrapalhou de eliminar o inimigo com os golpes decisivos e acabar com a guerra? A URSS, na primavera de 1943, manteve em frente mais de 6 milhões de soldados – quando os aliados, que são duas vezes mais numerosos, tinham à sua frente menos de 1 milhão...

Tudo é certo – “que estes russos e alemães matem uns aos outros tanto quanto possível!”. Assim, nossos “aliados fiéis” não precisariam abrir uma segunda frente em 1942 e, ao invés disso, prometeram fazê-lo em 1943. Porém, eles não o fizeram em 1943, mas juraram em Teerã que o fariam já na primavera de 1944... Como resultado, uma segunda frente é aberta no verão de 1944, quando a eliminação da Alemanha já é evidente para todos.

Na guerra de coalizão a ajuda real pode ser uma só: as ações ativas de combate em larga escala. Não foram os aliados que nos ajudaram, mas sim nós que os ajudamos. Nós assumimos por eles a carga das principais ações de combate.

Mesmo se o lend lease não fosse de 4-10%, mas de 100%, e estes fornecimentos não fossem por dinheiro, mas sim de graça, do mesmo jeito isso não mudaria a realidade de que fomos nós que ajudamos os aliados, morremos por eles.

Seria melhor se as armas que eles nos mandavam fossem usadas na Europa pelas mãos dos soldados estadunidenses e ingleses. Essa seria uma ajuda mais adequada por parte deles". [1.]

“Desde os primeiros dias da guerra, Stalin solicitava raivosamente dos aliados anglo-americanos que abrissem imediatamente a segunda frente, - escreve o historiador Arsen Martiroçian. – Em resposta a Grã-Bretanha ofereceu-lhe permissão para introduzir suas tropas na Transcaucásia – com o baixo pretexto de proteção dos reservatórios soviéticos de petróleo. Os EUA ofereceram que lhes alugassem os aeródromos soviéticos no Oriente Extremo”. [2.]

Lembrando da ajuda "sangrenta e desinteressada" dos anglo-saxões durante a Guerra Civil, quando tivéramos que expulsar os invasores com força, estas ofertas foram rejeitadas. Os britânicos não queriam derramar a sangue e continuaram oferecendo seus serviços de guardas para os centros soviéticos da produção e processamento de petróleo (86,5% foram concentrados na Transcaucásia (Bacu) e no Cáucaso (Grozni). 

A oferta dos EUA não foi menos vil e provocativa – se a URSS deixasse aos EUA alugar os aeródromos no Oriente Extremo, ela automaticamente violaria as condições do Pacto de Neutralidade de 13 de abril de 1941. O Japão declararia a guerra à URSS! 

Resumindo - a ajuda dos aliados é tão vergonhosa como sua instigação da guerra [3.]. Não falamos aqui sobre a colaboração em massa dos países ocupados pelos Nazistas nem sobre a evacuação de certos capos de Nazistas e seus colaboradores no pós-guerra para o Ocidente.

2. Arsen Martirosian “200 mitos sobre Stalin” 
3. http://guiademoscou.blogspot.ru/2015/02/2gm-refresquemos-memoria.html

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суббота, 4 апреля 2015 г.

Moscou: o destino mais econômico e mais seguro em 2015

Moscou é uma das cidades mais seguras para o turismo na Europa. Pelo menos nossa capital não costuma aparecer nas listas das cidades-berços de trombadinhas. Os clientes do "Guia de Moscou – Private Tours” quase sempre admiram a segurança de Moscou, quando fazemos os city-tours de noite: andamos tranquilos pelos parques periféricos e vemos por todas partes os casais de namorados - ninguém mostra nenhuma preocupação com a segurança, uma coisa impossível para a maior parte dos países de LA e para muitos países de Europa.

Vamos dar uns exemplos pessoais: em 2006 perdemos nossa câmera de fotos Contax g2. Esta câmera analógica de $1000 era nosso único capital - então no dia seguinte (depois da festa), quando descobrimos que perdemos ficamos muito tristes. Fomos para a suposta área da perca e posteamos uns 5 anúncios – os donos de cães que passeiam pela manhã eram nossa única esperança. Em umas 4 horas a pessoa que encontrou a câmera nos ligou e neste mesmo dia tivemos nossa câmera recuperada.

Outro exemplo ainda mais "terrível". Nossa família não tinha carro, então não havia «culto ao carro» e quando compramos o primeiro carro em 2010 sempre esquecíamos fechar os vidros, geralmente os vidros ficavam quase fechados, então não havia problemas, mas uma vez quando chovia muito e nosso pára-brisa ficou embaçado, abaixamos  todos os vidros e depois de chegar para nosso predio, estacionamos o carro entre outros 2 e saímos correndo. Passaram uns 3 dias, que não usávamos o carro. Então um dia voltamos para casa andando e vimos nosso carro totalmente aberto! Foram embora os outros 2 carros, que nos cobriam antes, e nosso carro ficou sozinho e 100% desprotegido com todos os vidrios abaixados! Caramba! Pois não nos roubaram nada: nem pen-drive que estava dentro! Então, é verdade que Moscou graças ao nível muito alto de vida é uma das cidades mais seguras do mundo.

Ao mesmo tempo nossa capital é bastante vulnerável para o terrorismo (igual a qualquer capital européia). Estamos relativamente perto das zonas de instabilidade criadas pelos EUA, conforme a sua ideia de caos controlados: Kosovo, Ucrânia, Geórgia, Afeganistão, etc. O Global Terrorism Index em 2014 colocou a Rússia em posto № 11 (entre 124 países). Não tenham medo, meus amigos, estas estatísticas são bastante questionáveis. Atenção: elas não tem a ver com a Ucrânia: em 2011 (antes da guerra civil na Ucrânia) a Rússia já tinha o posto № 10. As causas destas alertas antiterroristas são os enfrentamentos no Cáucaso, onde passa uma das rotas de tráfico de heroína, produzida pelos EUA no Afeganistão. Obviamente este tráfico alimenta aos terroristas e saboteadores no Cáucaso. No Cáucaso, meus amigos, não em Moscou. O Cáucaso fica 2000 quilômetros da capital russa. Também é um dos destinos mais interessantes do mundo, mas agora estamos falando de Moscou.

Resumindo, queremos repetir que embora a Terceira Roma seja muito segura para o turismo, isso não significa que você tem que relaxar-se completamente. O turismo está crescendo na capital russa e não estou dizendo que aqui não haja ladrões, tem sim, embora muito menos que em São Petersburgo ou em outras cidades europeias.

Também é interessante que sendo uma das cidades mais seguras, Moscou é uma das cidades mais econômicas de Europa: os serviços de Moscou são mais econômicos do que os de Lisboa, Madrid e Barcelona: entre as 55 cidades europeias temos o posto № 20 conforme à agência estadunidense PriceoftravelQuando os tours completos para Moscou em 2015 foram considerados os mais econômicos entre todos os destinos európios (falamos não só sobre os serviços da cidade, senão também do custo de avião)*. Esperamos que a devaluação do rublo abra ainda mais nosso belo Moscou ao mundo. Bem-vindo a Moscou!

*Os aeroportos de Moscou são os mais econômicos, para voar de Nova York, Atlanta e Toronto sem falar da Europa, onde aeroportos iguais aos nossos não tem (pela barateria).

вторник, 26 августа 2014 г.

a Santa Rússia vs a Humanidade Luciferiana







Heydar Jamal, líder do Comitê Islâmico da Rússia, é um filosofo do islã político, o qual para ele é um novo bolchevismo, que teoricamente poderia conservar a integridade do "território político" entre o Mar Báltico e a ilha Sakhalina. Me pareceu interessante e poética sua visão da Rússia, fundada na filosofia religiosa, fronteiriça com "new age" e "prensa amarela".

A Rússia de Heydar Jamal é um espaçador entre a Roma pagã (Ocidente) e a Shambhala pagã (Oriente), que não dá para se encontrar estas duas cabeças do Reino da Besta. A Rússia é uma zona de resistência entre os pólos do Ocidente pagão e o Oriente pagão.



A Rússia

"...o território da Rússia é um espaço indefinido e sem fundo ("buraco negro" segundo Brzezinski) entre o Ocidente e Shambhala. Entre o "comitê da recepção do Anticristo", que fica na Europa, e aquele lugar, de onde o Anticristo tem que vir!


A Rússia é um composto de seis bandas verticais (no sentido geográfico) ou áreas, conectadas juntas como peças de um espeto. Isso é a Rússia Ocidental (ou Rus´) - o território que chega até o rio Dniepre e a Bielorrúsia. Lá estão também o Noroeste e a Lituânia e esta área termina ao lado de Smolensk. Logo segue a Rus´ interior (não chernossolo): o mesmo Moscou, Tambov, Oriol, etc., logo segue a Rússia Central-euroasiática - Idel-Ural ou região de Urais e rio Volga, que no sul sai para o Cáucaso setentrional e o Mar Khazar (na língua persa - "Mar Cáspio"). Logo segue a Siberia ocidental, conectada com o Grande Turan, a saída para o Cazaquistão, Altaï e as regiões profundas dos turcos orientais. Logo segue a Sibéria Oriental, conectada no sul com as terras "amarelas" e tão querida pelos xamãs paleoasiáticos, cuja tradição é um eco deformado do Taoísmo. Finalmente o Kraï do Litoral é uma saída para o Oceano Pacífico, a Última Terra, o notório Estreito de Bering, que no século passado e antepassado era uma explicação para os cientistas das origens da gente no Novo Mundo.


Assim são seis pedaços gordos, ligados por um espeto comum. E que tipo de espeto é este? Pode ser qualquer coisa até que sirva para conectar o rio Dnieper com a costa do Pacífico. É uma consolidada comunicação administrativa entre todas as seis regiões, que torna todo este espaço intransitável para o Ocidente. Você pode perguntar o que era esta conexão antes de Chingiz? Eram os hunos, eram os movimentos do Grande Turan, que incluíam não apenas aos nômades turcos, mas também aos iranianos (Saki, Masagety, etc.). Não é à toa que o rio Ob tem um nome iraniano (Indo-Europeu), que significa "água".

O mistério deste território também é que cada uma das seis bandas como se supervisione em sua saída de sul uma área especial debaixo. Assim a Rus´ Ocidental e a Rus´ Mediana estão endereçadas para a Costa do Mar Negro e parcialmente para o Cáucaso Ocidental; o Idel-Ural está bloqueando o Cáucaso Oriental e a região da Costa do Mar de Cáspio, etc. E o espeto integrador é uma coisa técnica até aquele último momento, quando deste território político vai se precisar a certeza respeito a Shambhala.

À luz deste argumento a lógica dos historiadores russos, que a Rússia "salvou" a Europa dos tártaros-mongóis, pode ser questionada. Como se esses historiadores estivessem terrivelmente preocupados pelo destino da civilização cristã medieval! Na verdade, esta área - não só a Rússia naquele tempo, senão todo o território, com a participação do litoral do Pacífico, não deu a Genghis Khan para se conectar com a Europa. Porque não há nenhumas dúvidas do que Genghis Khan foi um enviado plenipotenciário de Shambhala.

Os manhosos geopolíticos maçons e seus marionetes falam sobre uma Europa de Dublin até Vladivostok. Alguns disseram de Lisboa até Vladivostok...

<...>.

Escusado será dizer que esta idéia foi desenvolvida por aqueles que querem estender o tapete vermelho no qual o imperador 25 de Shambhala virá à Cidade Eterna para conectar o submundo da Idade de Ouro, com a capital do Caesars. E qual é o slogan da capital do Caesars? Qual é o slogan da "Besta do Abismo"? Hierosolyma est Perdita («Jerusalém deve ser destruído") - este é o lema com que legiões de Tito e Vespasiano, Trajano e Adriano avançaram para destruir a primeira capital do Monoteísmo!

E agora os seguidores dos assuntos pagãos romanos e dos crusados-bafométicos são os sionistas que organizaram seu "Israel" como uma paródia sombria da promessa escatológica judaica. É preciso ser cego para considerar o "Israel" como algum estado "judeu" - é a mesma mão de ferro do Ocidente, que era o Reino Latino de Jerusalém, estabelecido pelos senhores alemães nove séculos atrás. A propósito, não se enganem, que os crusados, em virtude do sinal usado no manto do cavaleiro, não são da Guarda de Shambhala. Cruz - é apenas um símbolo solar que existiu no Irã e Roma muito antes de Yeshua e que não foi usado pelos cristãos como seu próprio emblema pelo menos nos dois primeiros séculos...

Então aqui esta o ponto: a Rússia é um espaço que não dá para se ligar o anodo e o catodo dentro da bateria eléctrica do tempo - a fim de produzir o fogo que poderia queimar o tempo restante, privando-nos, um pequeno destacamento dos monoteístas dentro da humanidade Luciferiana, de uma chance de redenção. É um território político"!

Para Heydar Jamal a Rússia é um Norte absoluto, Bórea, uma zona do radicalismo, onde os radicais do mundo inteiro negam o mundo existente, aqui a consciência luta contra o ser.


"...em 1917 aqui foram liquidados os Romanov e isso foi a maior conquista metafísica da história mundial. Depois disso a Rússia com um pé saiu do Sistema. Toda a história que flui na Rússia depois de 1917 é uma luta entre aqueles que querem realizar uma retirada total da Rússia do Sistema (Oeste) e aqueles que querem levá-la de volta. Se os últimos conseguem fechar esta lacuna na cidadela de ordem mundial, a humanidade não terá a menor chance. Se poderá esquecer sobre o sentido de liberdade e justiça". 



***

O Leste

"...
Eu disse antes que o território da Rússia é, independentemente do regime, é um território político. Motivo: a Rússia desempenha o papel de "isolante". Este "isolante" entre o Ocidente e o Tibete, cobiçado pelo estabelecimento de nível superior. Os britânicos estavam ansiosos para o Tibete ... III Reich foi para o mesmo endereço... E isso é apenas a ponta do iceberg. Em 1902, o exército britânico entrou em Lhasa. O homem comum percebe isso como a imprensa amarela. No entanto, muitas coisas com sotaque de New Age de fato são a linha central da cosmovisão dos donos do mundo. O Dalai Lama é central, como o Papa.

A China ocupou o Tibete, retirando o Lamaísmo do volume de negócios políticos da Maçonaria ocidental. A China puxou a ficha sobre o projeto "Ungern". Ocidente continuamente está tentando descobrir o trânsito através da Rússia para o Leste. Eles não estão interessados ​​em Nakhodka nem em Vladivostok... O objetivo do Ocidente é a região ocidental da República Popular da China, que inclui Xinjiang, Tibet, e "Grande Mongólia". A propósito, a "Grande Mongólia" inclui Buryatia, Tuva, Altai, Khakassia, Shoria. Baikal - também é uma parte disso (são regiões da Rússia). Este é do que eles precisam! Não para o petróleo, não para o gás! A Rússia como um "isolante", a República Popular da China como um "neutralisador" - são a principal dor de cabeça do "Alto Ocidente".

O Dalai Lama é uma figura simbólica, o macro-sacerdote mais importante do campo ecumênico brahmanical. Porteiro de Shambhala. O "Atlantismo" e "Himalaia", se não houvesse um "isolante" de 17 milhões de quilômetros quadrados, formariam um "arco voltaico" do domínio absoluto sobre o mundo. Todos os governantes do nosso mundo satânico se formam na fila para prestar homenagem ao imperador do Kalachakra. Mas em seu caminho fica um "buraco negro". A formação deste "buraco negro" é providencial. Ela existia antes de Genghis Khan, que tentou preenchê-lo. Ele pelo contrario correu para o Ocidente.

Para 300 anos estendeu a colonização dos Romanov do "buraco negro" nos passos de Genghis Khan, apenas na direção oposta. Os Romanovs percebiam o tema da Shambhala muito seriamente: Peter Badmaev (Zhamsaran) não só influenciou em Nikolaï II, mas também organizou uma guerra russo-japonesa. O Romanov deve ser visto como um puro fantoche do Ocidente a esse respeito. A guerra com Tóquio foi uma guerra pela China, mais precisamente - pelo Tibete. <...>. Naquele tempo não havia uma China anti-tibetana, que se opõe ao Dalai Lama e seus protetores ocidentais.

A propósito deve-se ter em mente que a China sempre foi anti-tibetana - desde aquele momento quando o budismo chegou à China. Os mesmos Talibãs pelo fuzilamento dos Budas em Bamiyan devem ser condecorados com as medalhas do Congresso Nacional dos Representantes do Povo da China. O contato do patriarca da Igreja Ortodoxa Russa com a China mostra que a Igreja Ortodoxa Russa não espera se integrar no campo ecumênico do alto clericalismo.

As soberanias nacionais, opondo ao governo mundial, devem ter um núcleo religioso. São aqueles sujeitos religiosos, que em princípio não podem ser integrados no Bramanismo iniciativo que esta por trás das costas do governo mundial. Nesta lista daqueles, que não "foram tomados na viagem de pesca", estão a Igreja Ortodoxa Russa, os salafistas e os confucionistas vermelhos da China. Por outro lado uma os tariqahs sufis e uma parte externa da Ortodoxia (Athos) já estão integrados. Cerca de Cirilo, quando ele se tornou patriarca, era muita controvérsia. Alguém apontou para sua suposta proximidade ao Vaticano... No entanto, a situação política e religiosa no mundo é tal que o a Igreja Ortodoxa Russa não tem outra escolha a não ser apoiar o projeto da burocracia nacional. <...> Embora a política é uma coisa assim... Hoje no interesse do monoteísmo você aceita a ajuda dos yankes, e amanhã - do Comitê Central do PCC! Resumindo, podemos dizer que a visita do patriarca da Igreja Ortodoxa Russa para a China é desafio mais enfático para os Estados Unidos do que 100 "palestras de Munique" (de Putin)"
.


****

O Oeste

...A essência do Ocidente não é outra coisa que o antropoteísmo no sentido imanente e muito concreto, este antropoteísmo por um lado encontrou sua expressão na antiga estética grega, por outro - na deificação dos imperadores romanos, que não é simbólica, mas é literal. O império virou uma forma política deste antropoteísmo. No império a casta dos sacerdotes - não importa quais tradições eles representam - foi empurrada do centro da tomada de decisões. Os sacerdotes em Roma foram marginalizados no fundo da classe militar. É aí onde reside o segredo da revolução religiosa que teve lugar no espaço imperial perto do século III. O nome do "profeta hebreu" (inimigo do sacerdócio pagão e de todos os tipos de seu impacto sobre o meio judaico) foi usado pelos sacerdotes de Mitras - e além de eles por todos os clérigos de Roma para reconstruir a sociedade europeia no espírito da pirâmide tradicional, com a igreja como um vértice. A chegada dos líderes germânicos que viraram os reis "cristãos" em lugar dos imperadores romanos foi um triunfo civilizatório do sacerdócio.

No entanto, a Igreja nunca conseguiu reconstruir completamente para si o Oeste, no sentido clássico tradicionalista. Geneticamente a humanidade europeia está ligada demasiado às práticas litúrgicas da destruição total e ira santa - rasgos específicos que caracterizam a classe de guerreiros, livre da autoridade dos sacerdotes e xamãs. Portanto, apesar dos melhores esforços dos pontífices, ordens monásticas e sacerdócio branco, a Europa voltou ao cedo antropoteísmo dos Caesars, derramando os córregos de seu sangue e de sangue de outros.

O valor total da violência, realizada pelos europeus durante 2000 anos do cristianismo, excede 2000 vezes a violência, implementada no resto do mundo, não excluindo a Genghis Khan! Somente durante a Guerra dos Trinta Anos na Europa Central foram destruídas praticamente todos os residentes e testemunhas dizem que se podia viajar por semanas no sul da Alemanha, sem encontrar outra alma viva.



Redacção de Eduardo Consolo dos Santos


воскресенье, 25 мая 2014 г.

Quem são os separatistas na Ucrânia?


frases (protestas "pacificas", democracia, etc.) e ...bases
Agora é moda comparar as repúblicas autoproclamadas pró-russas no Sudeste de "estado falido (failed state)" da Ucrânia com a República Chechena de Ichkeria, autoproclamada pelos fanáticos muçulmanos no Cáucaso Russo [1].

A lógica é seguinte: a Rússia lutava (e continua lutando) contra o separatismo gerado no Cáucaso pela quebra da legitimidade do governo federal nos anos 90. A capital da república autoproclamada de Ichkeria foi apagada da face da Terra com a técnica pesada do exército russo (e reconstruída faz pouco tempo). Então, por que a Ucrânia pese a crise da legitimidade, não pode exercer a operação antiterrorista em seu território? Essa lógica, desenhada dentro do Departamento do Estado dos EUA, se repete pela propaganda de Kiev e por todos os opositores do grupo governante de Putin dentro da Rússia.

Assim os críticos incriminam a Rússia uma moralidade de duplo padrão.

Até um dos principais canais da Rússia pela confusão de seus redatores estúpidos usou um vídeo da operação antiterrorista, exercida pelas tropas russas em Kabardino-Balkária (uma república da Federação Russa situada no sul do país, mais precisamente no norte do Cáucaso) para ilustrar a missão punitiva de Kiev na cidade de Slaviansk. "Não acham isso o cúmulo da hipocrisia"? - dizem os torcedores do golpe de estado na Ucrânia.

Não, não achamos.

Achamos que a Rússia tem um problema bastante grave dos trabalhadores incompetentes em muitas esferas, o jornalismo incluso. Obviamente os erros dos jornalistas são como "fogo amigo" durante as batalhas informativas, esses erros custam muito, mas não achamos parecidos os casos da guerra na Chechênia (e em outras repúplicas muçulmanas infectadas pelos radicais) com a guerra civil na Ucrânia.

1. É verdade que a Ucrânia atualmente vive uma terrível crise da legitimidade, mas essa crise não começou no inverno de 2013, nem durante a Revolução Laranja em 2004, senão em 1991, se falamos do século XX (na realidade essa crise acompanha a história da nação ucraniana a partir do século XVI, mas foi superada nos períodos de estabilidade da Rússia [2]). Uma significante parte do povo ucraniano se identifica com a Rússia. As palavras "o mundo russo" não são um som vazio. Mas de 80% dos cidadãos da Ucrânia afirmavam em 2008 que a língua russa é sua língua materna [3].

um fôlder goebbeliano para a Ucrânia

Então os verdadeiros separatistas são as elites ucranianas que querem separar uma grande parte do povo ucraniano do sistema-mundo da Rússia em termos de Wallerstein (e elas conseguiram lavar os cérebros de muitos jovens. É curioso que muitos neonazistas ucranianos não falam a língua ucraniana, senão a russa, ao mesmo tempo odiando a Rússia).


Aliás, não pode ser assim que todo o mundo na Ucrânia aceite a ucranização forçada, imposta por Kiev durante os últimos 20 anos.

Se os separatistas chechenos realizaram um genocídio físico dos russos na Chechênia e queriam impor a Sharia a todos os chechenos, a nova elite ucraniana acudiu à assimilação forçada linguística dos ucranianos pró-Rússia - ao linguicídio - e quer lhes impor sua própria visão de história.

2. A elite atual da Ucrânia esta inspirada na experiência da parte ocidental da Ucrânia - a Galícia. Mas justo ali na Galícia, igual que na Chechênia, durante a Segunda Guerra Mundial foi notável o colaboracionismo em massa com os nazistas (a ponto de uma divisão local da Waffen SS ter sido criada), justificado pelo separatismo contra URSS!

Agora os sucessores da divisão SS Halychyna e do Legião do Cáucaso do Norte da Wehrmacht continuam lutando pela separação da Rússia, e eles lutam juntos ao pé das letras (as novas gerações de UNA-UNSO [4] participaram na guerra da Chechênia contra a Rússia) [5]. Os lideres dos neonazistas ucranianos abertamente pedem aos terroristas do Caúcaso russo que lhes ajudem contra a Rússia [6].

3. A nova elite de Kiev pratica o terror contra o povo pacífico igual que os terroristas chechenos: a missão punitiva contra a cidade de Odessa é parecida aos atentados terroristas mais cruéis que praticaram os radicais muçulmanos na Rússia [7].

4. A Ucrânia Ocidental, o motor da russofobia separatista ucraniana é muito parecida ao Cáucaso russo: são regiões fronteiriças, atrasadas, agrícolas, com alta tensão demográfica e apadrinhadas tradicionalmente pelas inteligências estrangeiras.

5. A nova elite de Kiev, igual que os vahhabis da Chechênia, guerreiam contra seu próprio povo: os primeiros desumanizaram uma parte dos ucranianos pró-Rússia, dando-lhes as alcunhas humilhantes como os "сolorados" (pela cinta de São Jorge, símbolo da vitória na Segunda Guerra Mundial, que conforme aos neonazistas é parecida ao besouro do Colorado), quando os vahhabis chechenos desumanizam a seus compatriotas, marcando-lhes como os "cafres".


6. O separatismo russofóbico da Ucrânia atual, igual que o separatismo dos terroristas do Cáucaso, não esta orientado só à separação da Rússia (do sistema-mundo da Rússia). Os radicais ucranianos sonham com uma Ucrânia dos Cárpatos até o rio Volga e o norte do Cáucaso (Vale lembrar que os atuais radicais não foram os primeiros a advogar tal ideia. Em seu livro “Die Ukraine” [publicado na Alemanha em 1939], o georgiano pró-nazista Mikhail Tsulukidze advoga uma Ucrânia com tal extensão territorial [8]) e tem reivindicações territoriais para a Rússia. Igual que os separatistas radicais do Cáucaso não guerreiam pela independência da Chechênia ou do Daguestão (são repúblicas étnicas dentro da Federação Russa e tem suficiente independência), senão pelo Emirado do Cáucaso, que também tem reivindicações territoriais para a Rússia, visando à restauração do Califado do Norte da África até o rio Volga.

7. A Ucrânia Ocidental tem seu solo cultural cheio de bombas e além disso tem muitos motivos para manter seus povos estressados: as comunidades dessas regiões já estão fartas da criminalidade desenfreada, coberta pelas inteligências estrangeiras para alimentar as tendências extremistas locais. E são os mesmos crimes - aqueles que castigam as duas regiões - o tráfico de drogas e venda de álcool falso.

Os leitores podem ver que a mesma junta de Kiev é mais parecida por seu gênesis e modo de atuar aos separatistas radicais do Cáucaso Russo

Também é importante dizer que as repúblicas do Cáucaso tem muita autonomia dentro da Rússia e na realidade não tem motivos suficientes para se separar da Rússia, porque a Rússia é uma federação, enquanto a Ucrânia recusa as autonomias culturais para suas regiões do Sudeste.

Achamos que a situação na Ucrânia é mais parecida à agressão da OTAN contra a República Federal da Iugoslávia [9]: os radicais chechenos fazem no Cáucaso Russo o mesmo papel dos kosovares albaneses, passando a faca em todos os russos (igual que os albaneses organizaram uma purga étnica dos sérvios no Kosovo), os radicais ucranianos tem que transformar a Ucrânia numa nova Croácia. O sudeste da Ucrânia nessa situação vira a República Sérvia de Krajina, que ficou ilhada dentro da Croácia neo-ustashista [10]. Os esquemas da radicalização da Ucrânia são idénticas aos esquemas experimentados na Croacia [11].

Fontes de informações: