пятница, 5 июня 2015 г.

Por que em Moscou é tão importante morar a 15 minutos do metrô?

Os preços dos alugueis em Moscou variam de acordo com o tempo que os inquilinos demoram em andar da casa até o metrô. A questão é que depois do alerta do serviço de Defesa Civil os moscovitas têm somente 15 minutos para se refugiarem no metrô. O metrô de Moscou está protegido contra bombardeios atômicos, claro. 

A partir do pós-guerra, os túneis, as próprias estações e os dutos de ventilação foram construídos providos de portas herméticas. Todos os funcionários do metrô são instruídos a como atuar no caso de um possível bombardeio (muitos se perguntam para que há tantas mulheres idosas vigiando as escadas rolantes - justamente para ajudá-los a sobreviver no inverno atômico!). O metrô mais bonito do mundo é também imune às armas químicas e biológicas. Os saguões subterrâneos (lacrados, no caso de uma agressão) têm reservas de combustível, água, comida enlatada, etc. para 2 dias.

Este fato inspirou o jovem escritor russo Dmitry Glukhovsky a criar o mundo anti-utópico de "Metrô 2033", um mundo pós guerra atômica, onde a humanidade salva-se nos sistemas subterrâneos do metrô. As diferentes linhas guerreiam uma contra as outras pelo controle sobre os combustíveis. O negocio principal é o cultivo de cogumelos e porcos adaptados à escuridão. É um mundo de mutantes e ratos, iluminados com holofotes, onde o dinheiro são balas de Kalashnikov, e as pessoas andam com blusões acolchoados.


A novela do gênero diesel-punk não está livre dos estereótipos russofóbicos e anti-soviéticos, ainda mais multiplicados pelo mito do metrô mais lindo do mundo, estes estereótipos fizeram a obra bastante popular. Foi traduzida para o português.

«”Hansa” era o nome com se popularizara a Comunidade das Estações da Linha do Círculo. Estas estações estavam localizadas nos cruzamentos de todas as outras linhas e, por isso, no meio de todas as rotas comerciais». 

«...a linha <vermelha> atraiu as pessoas nostálgicas do glorioso passado soviético... Os veteranos ainda vivos, os antigos homens saídos do Komsomol, a Juventude Comunista, os dirigientes e militantes do Partido Comunista e os membros permanentes do proletariado reuniram-se todos nas estações revolucionárias... As estações repescaram os seus velhos nomes da era soviética...». 

Quando os neonazistas tomaram a estação Pushkinskaya, onde formaram “O Quarto Reich”: «...até lhe querem mudar o nome para Hitlerakaya ou Shchillerskaya... O Metro é para os rússos! Pretos para a superfície! Cada homem é um soldado e cada mulher é mãe de um soldado!». 

«...a estação da Universidade <aislada pelo rio Moskva> não teria sido destruída... E alguns dos professores, tal como alguns estudantes, conseguiram salvar-se nessa estação. Havia uma espécie de abrigo nuclear sob a própria universidade, mandado construir por Estaline, e eu acho que também havia ligações ao Metro através de túneis secretos. Mas agora existe lá outro tipo de centro intelectual... Quem esta no poder são pessoas cultas e é um reitor que governa as três estações... Os estudos, aí, não pararam... E a cultura não morreu...».

câmara de protecção de bebé


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воскресенье, 31 мая 2015 г.

Consultorio Robotizado

Meus caros amigos, ultimamente eu recebo muitas cartas, e para responder gasto cada vez mais tempo.
Lamentavelmente há gente que acha que somos um “consultório robotizado”, não está certo) Sou uma pessoa real e minhas respostas consomem meu tempo, que eu poderia dedicar a minha família.
Mas como as perguntas são bastante parecidas, eu achei que “robotizar” as respostas seria uma boa ideia)
Por favor, entendam- que guiar aos estrangeiros por Moscou é meu trabalho. Se vocês simplesmente quiserem falar sobre as opções de uma teórica viagem à Rússia, vocês podem se registrar na página de Tripadvisor e aproveitar essa ferramenta de intercambio das experiências de viagens.
Ser guiado é um privilégio, portanto os serviços de guia custam dinheiro. Se sua tarefa é economizar, antecipadamente lhes dou as seguintes dicas:
1) O city tour gratuito é assim chamado “Free Tour”, em cada hotel vocês verão as ofertas deste programa. A ideia de “Free Tour” é juntar muita gente, guiá-la umas 2 horas andando pelo centro da cidade e logo oferecer outros programas mais interessantes, desta vez pelo dinheiro. O “Free Tour” não é “free”, é uma forma de vender outros tours. Claro, o conteúdo do “Free Tour” é bastante chato e limitado. Não acho que valha a pena gastar tanto dinheiro em avião para fazer um Free Tour medíocre. O nosso city tour é de 4 horas, em carro, muito mais informativo e interessante.
2) Para até 3 pessoas pode ser bastante interessante a opção de “Hop On Hop Off”. Para 3 pessoas o custo de “Hop On Hop Off” já é quase igual a um city tour de carro real. Para 4 pessoas o “Hop On Hop Off” não faz sentido, porque um city tour de carro real é mais econômico. Um city tour de carro real cobre mais artefactos históricos, é mais exclusivo e mais interessante, enquanto que o “Hop On Hop Off” é somente um jeito de conhecer o centro da cidade. Às vezes eu recomendo a meus turistas (que queiram economizar) conhecer o centro com ajuda do «Hop On Hop Off» e logo lhes mostro as periferias da cidade por carro (Parques de Moscou, 4 horas).
3) “Onde consigo o ticket pra o ballet bolshoi?” Se não puder comprar pela página do Teatro Bolshoi, então, só medio dos revendedores, que andam pela Praça Vermelha e também sempre estão ao lado das caixas do Teatro.
Obrigado,
Vitaly

пятница, 8 мая 2015 г.

Sobre a profanação da 2GM

Não é de se surpreender que o Ocidente menospreze o protagonismo da Rússia (a URSS) na Segunda Guerra Mundial. No resultado desta campanha vergonhosa a maioria dos cidadãos do Ocidente e de sua órbita “cultural” acham que a Segunda Guerra Mundial foi iniciada pelos monstros totalitários: a URSS e a Alemanha Nazista em 1939 - com a partição da Polônia, e que a guerra foi finalizada pela vitória dos EUA com o desembarque na Lua. É triste, porque nos primeiros anos após a guerra, a contribuição fundamental da Rússia era indiscutível, mas também o monopólio atual de Hollywood sobre a vitória é lógico: porque a Rússia ficou fraca e não conseguiu se defender adequadamente no campo informativo-memorial. 

Seja como for, o quadro fantástico pintado pela propaganda dos EUA se destrói com uma só pergunta: por que os "heroicos" aliados da URSS abriram a segunda frente apenas no final da guerra - em 1944?

A Campanha Norte-Africana de 1940-1943 e aInvasão Aliada da Itália em 1943 não podem ser um argumento sério, porque sua escala é incomparável com a situação na frente russa. É pouco provável que haja fanáticos que vão refutar este fato, mas temos que aceitar que quanto mais degradação intelectual vivermos, mais provável será a distorção destes enredos. Por ora uma das formas mais "populares" da profanação da vitória é o lend lease

A ajuda dos aliados no marco do lend lease se estendia de 4 a 10% das possibilidades da URSS. Deixamos passar em branco o fato de que os aliados não cumprissem com suas promessas sobre os volumes de fornecimento de armas, que seus armamentos em muitos casos já não eram atuais tecnicamente. “Já para a primaveira de 1943 as Forças Armadas dos EUA superaram os nossos 8,5 mlhões soldados, - escreve o historiador russo Boris Iúlin, - eles tem uma fortíssima indústria militar. E isso, só nos meados da guerra. A Inglaterra (sem contar as colônias e domínios) tem 4,8 milhões. Junto com a URSS a coalizão anti Hitler tem o dobro superioridade sobre o inimigo em terra e quatro vezes no mar e no ar. O que os atrapalhou de eliminar o inimigo com os golpes decisivos e acabar com a guerra? A URSS, na primavera de 1943, manteve em frente mais de 6 milhões de soldados – quando os aliados, que são duas vezes mais numerosos, tinham à sua frente menos de 1 milhão...

Tudo é certo – “que estes russos e alemães matem uns aos outros tanto quanto possível!”. Assim, nossos “aliados fiéis” não precisariam abrir uma segunda frente em 1942 e, ao invés disso, prometeram fazê-lo em 1943. Porém, eles não o fizeram em 1943, mas juraram em Teerã que o fariam já na primavera de 1944... Como resultado, uma segunda frente é aberta no verão de 1944, quando a eliminação da Alemanha já é evidente para todos.

Na guerra de coalizão a ajuda real pode ser uma só: as ações ativas de combate em larga escala. Não foram os aliados que nos ajudaram, mas sim nós que os ajudamos. Nós assumimos por eles a carga das principais ações de combate.

Mesmo se o lend lease não fosse de 4-10%, mas de 100%, e estes fornecimentos não fossem por dinheiro, mas sim de graça, do mesmo jeito isso não mudaria a realidade de que fomos nós que ajudamos os aliados, morremos por eles.

Seria melhor se as armas que eles nos mandavam fossem usadas na Europa pelas mãos dos soldados estadunidenses e ingleses. Essa seria uma ajuda mais adequada por parte deles". [1.]

“Desde os primeiros dias da guerra, Stalin solicitava raivosamente dos aliados anglo-americanos que abrissem imediatamente a segunda frente, - escreve o historiador Arsen Martiroçian. – Em resposta a Grã-Bretanha ofereceu-lhe permissão para introduzir suas tropas na Transcaucásia – com o baixo pretexto de proteção dos reservatórios soviéticos de petróleo. Os EUA ofereceram que lhes alugassem os aeródromos soviéticos no Oriente Extremo”. [2.]

Lembrando da ajuda "sangrenta e desinteressada" dos anglo-saxões durante a Guerra Civil, quando tivéramos que expulsar os invasores com força, estas ofertas foram rejeitadas. Os britânicos não queriam derramar a sangue e continuaram oferecendo seus serviços de guardas para os centros soviéticos da produção e processamento de petróleo (86,5% foram concentrados na Transcaucásia (Bacu) e no Cáucaso (Grozni). 

A oferta dos EUA não foi menos vil e provocativa – se a URSS deixasse aos EUA alugar os aeródromos no Oriente Extremo, ela automaticamente violaria as condições do Pacto de Neutralidade de 13 de abril de 1941. O Japão declararia a guerra à URSS! 

Resumindo - a ajuda dos aliados é tão vergonhosa como sua instigação da guerra [3.]. Não falamos aqui sobre a colaboração em massa dos países ocupados pelos Nazistas nem sobre a evacuação de certos capos de Nazistas e seus colaboradores no pós-guerra para o Ocidente.

2. Arsen Martirosian “200 mitos sobre Stalin” 
3. http://guiademoscou.blogspot.ru/2015/02/2gm-refresquemos-memoria.html

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пятница, 1 мая 2015 г.

a churrasqueira «Kremlin»

Os kievanos que apóiam os bombardeios da artilharia pesada contra os civis no russófilo Leste da Ucrânia em mais um chilique de russofobia inventaram a churrasqueira «Kremlin».


A primeira churrasqueira Kremlin foi de 3 metros de comprimento! – graças a Deus que não de 2,2 quilômetros, como o Kremlin real. Mas os modelos novos são mais pequenos – para transportar em carro. O novo produto gerado pela criatividade ucraniana custa 50 dólares. O público-alvo devem ser os soldados dos EUA, que vieram à Ucrânia para preparar uma agressão contra a Rússia.

Duvidamos que esta recém lançada churrasqueira Kremlin tenha muito êxito entre os ucranianos – nos anos próximos eles não vão ter dinheiro para desfrutar de churrascos. Conforme o otimista FMI em 2015 as rendas vão cair por 15%.

A renda média anual hoje é menos de 5 mil dólares: depois de Maidan os ucranianos não fizeram parte da Europa, senão da África [1. ].

Possivelmente os autores da churrasqueira Kremlin foram inspirados pela performance de uma artista de Kiev, que no marco da “guerra híbrida” colocou um pedaço de carne sobre sua cabeça e assim posou com o Kremlin ao fundo [2. ].



Era difícil entender a mensagem da mulher, mas pelo menos agora tudo faz sentido: carne, Kremlin ... e churrasqueira.

Não haverá churrascos, como já dissemos. Mas ver o Kremlin em chamas – isso pode ser realizado. A queima de um Kremlin condicional – como um símbolo do poder – é o cume de cada ciclo da história russa. Depois de cada incêndio a Rússia renasce. A comparação da Rússia com a ave Phoenix já é um clichê nos textos sobre a Terceira Roma.

- Moscou foi queimado pelos mongóis no século XIII e a desintegrada e fraca Rússia virou um forte estado da Horda de Ouro.

- o Kremlin foi incinerado em meados de século XIV, o reconstruímos com pedra branca, depois o príncipe Dmitri do rio Don eliminou um exército dos mongóis no campo Kulikovo e deixou de pagar o tributo. Moscou estava digerindo a Horda de Ouro.

- o Kremlin foi destruído pelo incêndio de 1547 – no ano da coroação de Ivã, o Severo e a Rússia post Horda virou o Czarato Russo, que vai integrar o khanato de Casão e o de Astracão plus Siberia.

-  Ao início do século XVII Moscou e Kremlin foram sitiados pelas milícias russas, que bloquearam na capital da Rússia aos polacos junto com os cossacos ucrainoides, mercenários dos oligarcas polacos. Uma parte da elite de Moscou esteve pronta para beijar as botas do rei da Polônia Sigismundo III ou de seu filho – Vladislau IV. Um incêndio mais. No resultado o Czarato de Moscou virou o Império Russo, quando a Polônia desapareceu da grande política para sempre.

- Também aconteceram os incêndios durante o século XVIII – a alemã Caterina II até iniciou a demolição das muralhas do Kremlin com o objetivo de abrir o Grande Palacio de Kremlin para o rio Moskva (a maneira de São Petersburgo). Então o Kremlin quase foi destruído! Os Romanov quase acabaram com a Rússia, cedendo o controle sobre o país para os bancos estrangeiros. A mesma elite russa ao viver suas vidas em Paris esqueceu da língua russa...

- Mas Europa procura o controle absoluto: uma vez mais o Kremlin é queimado por Napoleão em 1812. A Rússia vive uma reação tradicionalista com Nikolai I e entra no conflito prolongado com Ocidente (a guerra quente da Criméia e a guerra fria do século XIX, conhecida como The Great Game).

- o Kremlin foi bombardeado pelos bolcheviques em 1917 e a Rússia, levada pelos Romanov para um beco sem saída se transforma na brilhante URSS.

- a Rússia Soviética se queima em 1993, quando os liberais atiraram o Conselho Supremo da Rússia, mas 20 anos depois a Rússia esta virando a União Eurasiática. 

Resumindo, não estamos contra a churrasqueira Kremlin. Não! Aquilo que não nos mata nos torna mais fortes.

**************

1. Na URSS alguns artistas-dissidentes foram reconhecidos como deficientes mentais ou perturbados sexualmente, e mandados para as clínicas especiais. Hoje é evidente que tal prática era bastante razoável: http://www.theguardian.com/uk-news/2015/apr/27/russian-dissident-vladimir-bukovsky-to-be-charged-over-child-abuse-images

воскресенье, 12 апреля 2015 г.

A Ucrânia é a mesma Rússia, só possessa pelo Ocidente

"Tempo de Dificuldades", uma constante da história russa.

Já passou um ano desde o início da guerra civil na Ucrânia, que evoca à memoria histórica dos russos o Tempo de Dificuldades do século XVII. Sofrendo de uma crise econômica e ideológica a Rússia ao final do século XVI caiu numa guerra civil total e esteve prestes de ser repartida entre a Polônia-Lituânia e a Suécia. Naquele tempo os cossacos («proto-ucranianos»), descontentes com o governo do tsar Boris Godunov, acompanharam os exércitos privados de oligarcas polacos em sua campanha contra a Rússia. É interessante que na primeira etapa o impostor Dmitri, o Falso I até foi bem recebido pelos russos, como um Dmitri “de Verdade” (como um filho legítimo do tsar-modelo Ivã IV, o Severo)!

Obviamente nos momentos da fraqueza do estado russo, suas periferias ficam vulneráveis para a manipulação dos inimigos e produzem as hordas dos cães selvagens, que levam a guerra para Moscou, ativando aos radicais políticos, elites contrariadas e grupos criminosos locais. O «Tempo de Dificuldades» se repetiu uma vez mais no início do século XX e está se repetindo agora mesmo on-line.

Sim, por um lado vemos uma transfiguração positiva da sociedade russa: os medíocres artistas de cinema viram os anjos da ajuda humanitária, os lavadores de autos viram os comandantes de tropas de elite – nossa sociedade, atomizada e humilhada durante os últimos 20 anos pela continua Reforma de Choque, depois da Criméia mostra uma surpreendente solidaridade e autoestima, produz aos verdadeiros heróis e lendas. Por outro lado também se manifestaram os nossos defeitos, se despertaram os nossos demônios. Nós continuamos no vácuo ideológico, preenchido pelo clericalismo medieval e antisovietismo vulgar do grupo governante, continuamos o curso neoliberal da econômia, quando a maioria do povo considera este curso fatal. A linguagem propagandistica do Kremlin é confusa e fraca.

Os calcanhares de Aquiles Russo

Sem dúvida a Criméia foi uma mudança radical do clima político na Rússia. A reintegração da Rússia com a Criméia colocou o grupo governante de Putin no mesmo barco com o povo. Agora não só os russos são um «povo errado» (conforme à russofobia ocidental, cuja história começa no século XI desde o Cisma da Igreja de 1054), agora o nosso líder nacional também perdeu sua coroa do “único europeu no país bárbaro”. Já não é um gerênte do capital estrangeiro, como Pinochet, mas quem é? O ditador argentino que quis reconquistar as Ilhas Malvinas, Leopoldo Galtieri? Ou um novo Lenin-Stalin, que pode re-sintetizar a grande Rússia numa forma moderna? Então, esperamos que o grupo governante e as elites também compartam o preço que pagamos por ter recuperado nossa subjetividade. Se não observamos este balanço, nos espera uma repetição das catástrofes do século XVII, dos anos 1917 e 1991, quando os grupos governantes perderam o controle sobre as elites e ao mesmo tempo perderam a confiança e respeito do povo.

Nova Ucrânia e Nova Rússia (Novorossiya)

Na dimenção global da guerra civil ucraniana vemos por um lado aos ucranianos pró-EUA e por outro lado aos ucranianos pró-Rússia.

Os pró-EUA acham que esta guerra é uma agressão da Rússia que quer liquidar a Ucrânia, porque esta Ucrânia é só um parasita intermediário do negócio entre a Rússia e a Alemanha. É lógico que esta Ucrânia parasita lute por sua sobrevivência, mobilizando seus recursos humanos com ajuda dos canais midiáticos e administrativos que ela controla. Esta Ucrânia afirma que a Rússia atual e seu negócio com a Alemanha é um nonsense, a Rússia atual deve ser destruída e substituida por uma Nova Ucrânia. Esta Ucrânia não quer tanto se associar com a UE, como ela quer destruir e substituir a Rússia, por isso ela se associa mais com os EUA.

Os pró-Rússia acham que esta guerra é uma agressão dos EUA contra a Rússia a fim de reconfigurar o mercado europeu de energia e congelar os projetos globais da Rússia (União Euroasiática, BRICS, OCX, etc.). É lógico que esta Ucrânia pró-Rússia se associe com a Rússia e tem medo da perda de controle sobre sua riqueza natural e industrial. Esta Ucrânia pró-Rússia afirma que as ambições da Ucrânia parasita são um nonsense, a Ucrânia atual deve ser reformatada e substituída por uma Nova Rússia.

A esta altura do campeonato vemos que os EUA financiam aos radicais neonazistas ucranianos, a bandeira dos EUA está colada sobre o escritório do SBU em Kiev (Serviço da Segurança Estatal), onde os consultores dos EUA ocupam um andar completo e tomam todas as decisões importantes para Kiev. Claro, que a «Ucrânia» atual é um protetorado dos EUA! Para os EUA «Ucrânia» é um “vírus trojan” que deve “crackear o disco duro” da Rússia e roubar seu dinheiro.

Ao mesmo tempo vemos que a Rússia apoia aos rebeldes do Leste, a bandeira da Rússia está colada sobre o prédio da OGA em Donetsk (Administração da RPD), os consultores do Kremlin também tomam todas as decisões importantes para as RPD e RPL. A Novorossiya atual é um protetorado da Rússia! A Novorossiya é um “vírus trojan” para “crackear o disco duro” da Ucrânia parasita e se livrar de suas comissões.

Ok, a situação esta clara ao nível global, mas na dimenção local, ao nivel molecular da movida vemos por um lado aos ucranianos russofóbicos e por outro lado - aos ucranianos russófilos. Se os primeiros lutam por uma Nova Ucrânia, purgada dos tarados elementos russos. Os segundos lutam por uma Nova Rússia, purgada dos tarados elementos ucranianos.

Washington financia a Nova Ucrânia só em parte, é possivel que a maior parte do financiamento das Forças Armadas da Ucrânia venha da sociedade da Ucrânia mesma (doações tanto voluntárias, como forçadas). E este mesmo fenômeno é característico para a Nova Rússia, que recebe a maior parte do financiamento não de Moscou, senão da sociedade russa.

Fator étnico e lingua

Fator étnico e lingua não são decisivos para esta guerra. Muitos russos étnicos lutam nas Forças Armadas da Ucrânia pró-EUA, como também muitos ucranianos étnicos lutam nas Forças Armadas da Novorossiya pró-Rússia. Há mais ucranianos étnicos nos governos da RPD e RPL que no governo da Ucrânia (que também tem aos ministros estrangeiros, criados nos tubos de ensaio da CIA – são representantes dos EUA, Lituânia, Geórgia). Ambas as partes ainda falam russo: um 83% dos cidadãos da «antiga» Ucrânia eram russo-falantes nativos em 2008 [1.] (os ministros estrangeiros falam russo também!).

Ou seja, não se enfrentam tanto as etnias ou línguas, como dois modelos de Futuro: uma Ucrânia derrussificada e pró-EUA e outra Ucrânia pró-Rússia. Os russos e ucranianos, que falam o idioma russo e lutam por uma Ucrânia pró-EUA, acham o “mito ucraniano” superior ao “mito russo” [2.], eles sendo falantes de russo querem que seus filhos num futuro próximo falem a língua ucraniana, eles estão a favor de uma ucranização e derrussificação forçadas. Mas isso não acontece na Criméia e Novorossiya, onde tem várias línguas estatais: russa, ucraniana, tártara (na Criméia), como também há ideias de introduzir a língua grega para a Novorossiya. Constamos que se enfrentam dois conceitos: assimilação forçada e um mosaico imperial. Enfrentamento esse que também se verificou na desintegração da Iugoslávia em locais como Krajina contra a Croácia Neo-Ustashe, na Republika Srpska contra a Bósnia Neo-Otomana e em Kosovo contra o Exército de Libertação de Kosovo (os três apoiados pelo Ocidente e a OTAN).

É lógico que na primeira etapa da crise se actualizasse o tema da federalização que poderia resolver as contradições. Por que não? A parte pró-EUA e a pró-Rússia se separam e vão embora cada uma para suas casas: já construídas (!) em forma das “euroregiões” [3.]. Mas o tema da federalização foi silenciada pelas elites governantes da Ucrânia: “a federalização deve ser feita desde baixo e não desde cima”. Que argumento mais ridículo (repetido por todos os presidentes da Ucrânia, menos Yanukovich) - como se a Ucrânia unitária não fosse feita desde cima! Como se a guerra civil não é suficiente “desde baixo”. Em lugar de uma separação pacífica a“comunidade mundial” recomenda ao esposos matar um ao outro, muito bom! Mas se pode entender isso: a tarefa não é colmatar diferenças, senão destruir e substituir a Rússia, como feito com a Iugoslávia, o Iraque e a Líbia anteriormente e como está tentando se fazer com a Síria.

Fator nacional vs multinacional

prefeito de Moscou conforme aos neonazistas
Os fatores étnico e linguístico não são suficientemente fortes, embora eles também estejam em jogo: a propaganda oficialista de Kiev costuma elogiar os ucranianos da Galícia (os menos russificados) como os ucranianos modelo [4.], a primeira lei tomada pela junta foi a lei sobre discriminação da língua russa. Mas o desafio principal deste conflito geoeconômico é nacionalização: uma Ucrânia bonzinha/européia/correta/NACIONAL vs uma Rússia monstruosa/asiática/errada/MULTINACIONAL [5.], com a primeira sendo apresentada como uma espécie de barreira do Ocidente “civilizado” contra a “barbárie asiática” imputada à Rússia, uma retórica que em sua essência é a mesma da “Muralha do Cristandade Ocidental” usada pela Polônia ao longo de sua história para com seus inimigos meridionais e orientais [6.].

A propaganda ucraniana costuma falar em seu delírio sobre as tropas de chechenos, buriatos, cossacos... As hordas multinacionais da Rússia uma vez mais atacaram a pobre nação ucraniana! É oportuno recordar ao pai da Ucrânia Vladímir Lenin, que escreviu em junho de 1917: “O tsarismo maldito convertia os russos em carrascos do povo ucraniano...”. Os Lenins de hoje que destruem os monumentos aos Lenins de antes diríam em vez do “tsarismo” – “putinismo”. Seja “putinismo”, “URSSismo”, “tsarismo”, “hordismo”, sempre é um enfrentamento entre uma Ucrânia bonzinha/européia/correta/NACIONAL e uma Rússia monstruosa/asiática/errada/MULTINACIONAL [7.]. Enfrentamento esse que em nada difere do enfrentamento entre a Eslovênia e a Croácia bonzinhas/européias/corretas/NACIONAIS e a Iugoslávia monstruosa/asiática/errada/MULTINACIONAL na década retrasada.

Nacionalismo russo entre EUA e EUA

É curiosa a situação na qual se encontram hoje os nacionalistas russos. Eles também odeiam a Rússia monstruosa/asiática/errada/MULTINACIONAL e igual aos nacionalistas ucranianos querem assimilar as etnias diferentes de seu país. Uma parte deles inveja muito aos nacionalistas ucranianos, apoia aos ucranianos pró-EUA, porque eles querem destruir a Rússia de hoje, uma Rússia “errada” (conforme a eles). Ao mesmo tempo resulta que estes nacionalistas russos para destruir a Rússia multinacional sacrificam aos russos étnicos mesmos, que moram no Sudeste da Ucrânia [8.]. Outra parte dos nacionalistas russos apoia a Nova Rússia, que deve virar uma base para a revolução nacional na Rússia mesma, eles querem acabar com a Ucrânia como com um projeto anti-russo e espalhar a “primaveira russa” na mesma Rússia. Possivelmente muitos destes nacionalistas entendem que a “primaveira russa” na mesma Rússia não tenha muitos chances, eles vem que a Novorossiya está virando um protetorado da Rússia tão odiada, mas eles não podem tolerar as purgas étnicas contra os russos no Leste da Ucrânia.

Vemos que uns nacionaliatas russos apoiam o nacionalismo ucraniano, porque este é uma velha boa arma do Ocidente contra o “Império Russo”, quando os outros nacionalistas russos apoiam aos russos étnicos na Ucrânia, porque acreditam na conscientização nacional dos russos a base da luta pela liberação nacional da Novorossiya contra o chauvinismo ucraniano. Uns esperam a revolução nacional russa mediante a ajuda para Ucrânia, os outros a esperam mediante a luta contra a Ucrânia.

Contudo ambos nacionalismos: tanto russo (ucrainófilo e ucrainofóbico), como ucraniano odeiam o «Império Russo». Por isso teoricamente os EUA poderiam financiar ambos! Agora os EUA mantem o nacionalismo ucraniano, mas há idéias de “distribuição de pão e biscoitos” para os nacionalistas russos também. A confederação da Ucrânia e ajuda total ao estado nacional dos russos da Novorossiya é uma receita do jornal conservador “The American Thinker” [9.]: o Ocidente deveria abandonar o projeto “Ucrânia”, porque é uma piada de Deus, o Ocidente deveria crear uma república nacional russa em Novorossiya, um modelo a seguir para a mesma Rússia (tipo a Alemanha Ocidental para a Oriental, a Coréia do Sul para a do Norte, o Iêmen do Sul para o do Norte, Taiwan para a China)! Embora esta oferta seja exótica ela tem sua lógica, e tecnicamente é factível...

Caramba! Certos nacionalistas russos, inimigos do «Império Russo» até se sentem esquecidos pelos EUA e roubados pelos nacionalistas ucranianos. Um dos líderes dos radicais neonazis russos Dmitri Diómushkin diz que o nome “Pravi Sektor” (trademark) foi roubado dele. O redator do jornal nacionalista glamour mais popular da Rússia “Sputnik e Pogrom” Egor Prosvirnin quis abrir uma filial de seu jornal em Kiev, mas também foi roubado pelos ucranianos: afirma que lhe roubaram a idéia e o nome “Petr e Mazepa”. Os redatores de “Petr e Mazepa” reconhecem o fato de roubo e oferecem seus serviços aos EUA – de um bocal de nacionalismo russo numa Ucrânia pró-EUA. Por agora a idéia de uma Nova Rússia pró-EUA parece bizarra, mas se o projeto da “Ucrânia” falha, una Nova Rússia pró-EUA vai virar atual! De todas as formas se a Rússia «monstruosa/asiática/errada/MULTINACIONAL» não conseguir gerar um novo projeto combinatório mais viável do que as aventuras sanguinárias dos EUA e seus lacaios da UE, é muito possível que os selvagens cães liberais e nacionalistas cheguem à guerra civil para Moscou, como já foi feito no século XVII.

Edição de Eduardo Consolo dos Santos

1. http://www.gallup.com/poll/109228/Russian-Language-Enjoying-Boost-PostSoviet-States.aspx?utm_source=Russian%20Language&utm_medium=search&utm_campaign=tiles

2. http://guiademoscou.blogspot.ru/2014/06/maidan-ou-horda.html

3. Euro-região Donbass: Lugansk, Donetsk (Ucrânia) + Rostov, Voronezh (Rússia); euro-região Dnepr: Chernigov (Ucrânia) + Briansk (Rússia) + Gomel (Bielorrússia); euro-região Slobozhanshina: Kharkov (Ucrânia) + Belgorod (Rússia); euro-região Karpaty: 19 regiões da Ucrânia, Polônia, Eslováquia, Hungria e Romênia.

https://pt.wikipedia.org/wiki/Euro-regi%C3%A3o

4. http://guiademoscou.blogspot.ru/2014/03/dividir-ucrania-para-conquistar-russia.html

5. http://www.globalresearch.ca/ukraine-military-high-command-confirms-no-russian-invasion-or-regular-troops-presence-of-nato-forces-in-donbass/5431369

6. http://en.wikipedia.org/wiki/Antemurale_myth

7. http://guiademoscou.blogspot.ru/2015/02/eterno-retorno-de-stalinismo.html

8. http://www.pco.org.br/internacional/lider-neonazista-diz-que-os-moradores-de-donbass-deveriam-ser-deportados/apib,o.html

9. http://www.americanthinker.com/articles/2015/04/ukraine_a_contrarian_approach.html#ixzz3WBhvkGA1

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воскресенье, 5 апреля 2015 г.

Domingo de Chorões

em iconos russos você não vê as palmeiras, senão os chorões
O Domingo de Ramos no Brasil é distribuição de folhas de palmeiras, mas na Rússia não tem palmeiras, então aqui recorremos aos salgueiros (chorões) e na Rússia o Domingo de Ramos é conhecido como o “Domingo de Salgueiros”. Salgueiro é um símbolo da primavera e renascimento na Rússia.

Claro que nos russos gostamos de palmeiras também, não estamos satisfeitos com os chorões! Mas as palmeiras não gostam de nosso clima!

Se a montanha não vai a Maomé, Maomé vai à montanha. Já os czares russos estavam interessados na possibilidade de controlar o clima na Terra Russa. Daí vem o interesse da nobreza russa por estufas agrícolas que estavam muito na moda nos séculos XVIII-XIX.

uma palmiera ao lado do Mausoléu de Lenin
A grande URSS só materializava os sonhos mais fantásticos dos czares: a ideia de redirecionamento dos rios siberianos para animar nossa Ásia é um dos exemplos. Agroclimatologia virou um assunto muito atual no contexto da vanguarda russa. Se o grande Tsialkovski, pai de cosmonáutica mundial, vivendo numa casa de madeira entre a guerra civil russa, passando fome, já sonhava com os vôos ao espaço, o controle do clima também era considerado pelos sonhadores contemporâneos uma tarefa simples.

Ao lado de Mausoléu de Lenin nos primeiros anos sempre havia uma palmeira. A cidade VDNKh, que deveria apresentar o modelo da utopia soviética, tinha as palmeiras plantadas diante dos pavilhões do Sul. Todas estas palmeiras de Moscou tinham um sistema de aquecimento subterrâneo, vocês podem imaginar isso? Os arquitetos russos nos anos 20-30 costumavam pôr as palmeiras em seus projetos para Moscou, como se a mudança do clima já fosse uma questão resolvida! Que audácia!

uma palmeira diante do Teatro Bolshoi
Mas todas estas idéias vanguardistas ficaram congeladas... Tudo o que resta daquela ambição por palmeira são os chorões, salgueiros-chorões.


palmeiras na cidade de VDNKh

Redação de Lang-8

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суббота, 4 апреля 2015 г.

Moscou: o destino mais econômico e mais seguro em 2015

Moscou é uma das cidades mais seguras para o turismo na Europa. Pelo menos nossa capital não costuma aparecer nas listas das cidades-berços de trombadinhas. Os clientes do "Guia de Moscou – Private Tours” quase sempre admiram a segurança de Moscou, quando fazemos os city-tours de noite: andamos tranquilos pelos parques periféricos e vemos por todas partes os casais de namorados - ninguém mostra nenhuma preocupação com a segurança, uma coisa impossível para a maior parte dos países de LA e para muitos países de Europa.

Vamos dar uns exemplos pessoais: em 2006 perdemos nossa câmera de fotos Contax g2. Esta câmera analógica de $1000 era nosso único capital - então no dia seguinte (depois da festa), quando descobrimos que perdemos ficamos muito tristes. Fomos para a suposta área da perca e posteamos uns 5 anúncios – os donos de cães que passeiam pela manhã eram nossa única esperança. Em umas 4 horas a pessoa que encontrou a câmera nos ligou e neste mesmo dia tivemos nossa câmera recuperada.

Outro exemplo ainda mais "terrível". Nossa família não tinha carro, então não havia «culto ao carro» e quando compramos o primeiro carro em 2010 sempre esquecíamos fechar os vidros, geralmente os vidros ficavam quase fechados, então não havia problemas, mas uma vez quando chovia muito e nosso pára-brisa ficou embaçado, abaixamos  todos os vidros e depois de chegar para nosso predio, estacionamos o carro entre outros 2 e saímos correndo. Passaram uns 3 dias, que não usávamos o carro. Então um dia voltamos para casa andando e vimos nosso carro totalmente aberto! Foram embora os outros 2 carros, que nos cobriam antes, e nosso carro ficou sozinho e 100% desprotegido com todos os vidrios abaixados! Caramba! Pois não nos roubaram nada: nem pen-drive que estava dentro! Então, é verdade que Moscou graças ao nível muito alto de vida é uma das cidades mais seguras do mundo.

Ao mesmo tempo nossa capital é bastante vulnerável para o terrorismo (igual a qualquer capital européia). Estamos relativamente perto das zonas de instabilidade criadas pelos EUA, conforme a sua ideia de caos controlados: Kosovo, Ucrânia, Geórgia, Afeganistão, etc. O Global Terrorism Index em 2014 colocou a Rússia em posto № 11 (entre 124 países). Não tenham medo, meus amigos, estas estatísticas são bastante questionáveis. Atenção: elas não tem a ver com a Ucrânia: em 2011 (antes da guerra civil na Ucrânia) a Rússia já tinha o posto № 10. As causas destas alertas antiterroristas são os enfrentamentos no Cáucaso, onde passa uma das rotas de tráfico de heroína, produzida pelos EUA no Afeganistão. Obviamente este tráfico alimenta aos terroristas e saboteadores no Cáucaso. No Cáucaso, meus amigos, não em Moscou. O Cáucaso fica 2000 quilômetros da capital russa. Também é um dos destinos mais interessantes do mundo, mas agora estamos falando de Moscou.

Resumindo, queremos repetir que embora a Terceira Roma seja muito segura para o turismo, isso não significa que você tem que relaxar-se completamente. O turismo está crescendo na capital russa e não estou dizendo que aqui não haja ladrões, tem sim, embora muito menos que em São Petersburgo ou em outras cidades europeias.

Também é interessante que sendo uma das cidades mais seguras, Moscou é uma das cidades mais econômicas de Europa: os serviços de Moscou são mais econômicos do que os de Lisboa, Madrid e Barcelona: entre as 55 cidades europeias temos o posto № 20 conforme à agência estadunidense PriceoftravelQuando os tours completos para Moscou em 2015 foram considerados os mais econômicos entre todos os destinos európios (falamos não só sobre os serviços da cidade, senão também do custo de avião)*. Esperamos que a devaluação do rublo abra ainda mais nosso belo Moscou ao mundo. Bem-vindo a Moscou!

*Os aeroportos de Moscou são os mais econômicos, para voar de Nova York, Atlanta e Toronto sem falar da Europa, onde aeroportos iguais aos nossos não tem (pela barateria).